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O Arquivo dos Dias
Entre 1975 e 1979, escrevi nove cadernos. São cerca de duas mil páginas onde deitei a miudeza dos dias, as paixões fulminantes, as angústias da adolescência e o doloroso processo de aprender a sobreviver. Escrevi-os porque os tempos exigiam que se fixasse a vida no papel, escrevi-os, sobretudo, porque algures in 1975 uma presença mudou a gravidade das coisas.
Passados mais de cinquenta anos, regresso a estes manuscritos. Reescrevo-os com os olhos repousados de hoje e o coração calmo, mas mantendo a genética exacta daquele rapaz que fui. Esta não é uma história inventada. É a memória viva de um tempo em que as emoções eram avassaladoras e o futuro um território desconhecido.
Se chegaste aqui por acaso, és bem-vinda à leitura pública.
Mas se acreditas que a tua própria história faz parte deste arquivo, se reconheces o trólei das nossas viagens, o liceu dos nossos destinos, ou o Alto do Depósito dos nossos encontros, aceita o desafio que te lanço. O passado não se apaga, mas pode ser revisitado. Introduz os teus dados abaixo. Se o arquivo te receber, terás acesso privado àquilo que não pode ser dito ou mostrado em público.
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